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O repórter que pressionou Luís Castro após a derrota para o Palmeiras: “Seu trabalho é fraco?”

Treinador evitou o confronto e concordou com a pergunta feita pós-jogo

NÃO FOI BEM

Com 1 ponto em 15 disputados fora de casa no Brasileirão, o técnico Luís Castro, do Grêmio, concordou com a pergunta feita pelo repórter e comentarista da Rádio Bandeirantes, Alexandre Praetzel, que questionou se o trabalho até aqui era “fraco”. O resultado de derrota de 2×1 para o Palmeiras em SP deixou o time no 10° lugar da tabela com 11 pontos.

“São 11 pontos em 27 disputados. Quando o senhor chegou, a opinião pública gremista e praticamente toda a imprensa gaúcha elogiaram demais a sua contratação. Mas os números não mentem. Pelos números, o seu trabalho é um trabalho fraco?”, questionou Praetzel.

“Em relação a mim, é um trabalho fraco. Pela pontuação, os números não mentem e estou a fazer um trabalho fraco. Fundamentalmente, é concretizar em pontos a nossa dedicação. Estivemos próximos algumas vezes e não conseguimos. Hoje tivemos oito jovens da base e esse é o nosso projeto. É uma época difícil, que provoca alguns sofrimentos pontuais. Queremos chegar à Conmebol Libertadores e vamos lutar para que isso ocorra”, respondeu Castro.

Luís Castro vê sensação de injustiça

Em relação à específica derrota para o Palmeiras por 2×1, Luís Castro diz que houve uma certa injustiça no placar final do confronto:

“Não vou transformar derrota em vitória. Não há vitórias morais no futebol. Temos que assumir por completo a derrota de hoje. Mas fomos uma equipe que competiu do início ao fim. Uma primeira parte mais contida de forma estratégica para sairmos rápido ao ataque. Deveríamos ter tido mais tempo de bola no meio de campo. Na segunda parte, acho que jogamos de igual para igual. Poderíamos ter feito o segundo gol com o Amuzu. Ok, o Palmeiras também poderia. Mas todos se entregaram por completo. Há uma sensação de injustiça no jogo”, apontou o treinador do Grêmio.

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