Grêmio

Luís Castro admite “tensão” no Gre-Nal e revela o que mais está incomodando no Grêmio

Saiba os principais detalhes da coletiva de imprensa do treinador português neste domingo

COLETIVA

Longe dos seus melhores dias na temporada, especialmente no primeiro tempo, o Grêmio decepcionou o seu torcedor e saiu vaiado da Arena neste domingo por ter empatado em 0x0 com o Remo, pelo Brasileirão. O placar até poderia ter sido pior, já que, na etapa inicial, o time do Pará perdeu um gol incrível com Gabriel Taliari e depois Alef Manga errou pênalti em defesa de Weverton.

“Houve muita instabilidade no primeiro tempo e o jogo fica marcado fundamentalmente por isso, pois deixamos o Remo tomar conta nessa primeira parte e por méritos deles conseguiram fazer isso. Sentimos muito o apoio da torcida durante todo o jogo, a torcida foi incansável, protestou no fim e bem, todos nós protestamos contra nós mesmos. Portanto, a torcida tem totalmente esse direito, após ter apoiado de forma incondicional”, opinou o treinador gremista Luís Castro.

Pela frente, o Grêmio, muito provavelmente com time reserva, vai encarar o Montevideo City Torque na quarta-feira, 21h30, no Uruguai, na estreia da Sul-Americana. Depois, no sábado, às 20h30, estará no Beira-Rio encarando o rival Inter no primeiro Gre-Nal do Brasileirão.

“Um Gre-Nal, mesmo com jogo antes no Uruguai, é sempre um Gre-Nal. Não dizer que tem tensão no Gre-Nal é fugir da realidade. Jogar um jogo como o de hoje, depois em três dias no Uruguai, para depois um Gre-Nal… vocês já sabem qual a minha conclusão sobre a escalação”, colocou Castro.

Técnico do Grêmio revela o que vem incomodando

Sincero, Luís Castro revelou que o que mais vem “incomodando” no comando do Grêmio é a dificuldade de encontrar a “estabilidade” da equipe, especialmente no setor de meio de campo. O time é o 11° do Brasileirão com 12 pontos.

“O que mais me incomoda é não ter conseguido a estabilidade a equipe. Procuramos o balanço da equipe, mas uns saem por lesão, outros entram nestas oportunidades e aí se cria uma instabilidade. Nós treinadores não gostamos. Queremos uma equipe estável. E realmente no meio de campo estamos instáveis. Na defesa, perdemos o Marlon, que lamentamos, mas estabilizamos de alguma forma, assim como no ataque”, finalizou o português.

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