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O Grêmio teve uma estreia marcada por polêmicas de arbitragem na fase de grupos da Copa Sul-Americana, nesta quarta-feira, diante do Montevideo City Torque, no Estádio Centenário, no Uruguai. As duas principais reclamações do primeiro tempo passaram diretamente pelo VAR e mudaram decisões relevantes tomadas em campo por Augusto Aragón, árbitro equatoriano escalado para a partida.
Em um primeiro momento, o Tricolor viu um pênalti em Braithwaite ser marcado e depois retirado. Mais tarde, o mesmo árbitro expulsou Noriega, mas voltou atrás após nova revisão no monitor em cima da falta realizada pelo jogador gremista.
O primeiro lance que inflamou os jogadores aconteceu quando Braithwaite disputou a bola em velocidade dentro da área e caiu após contato do marcador. Augusto Aragón apontou pênalti em campo, mas foi chamado para revisar a jogada. Depois da consulta, anulou a marcação inicial.
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O registro do Zona Mista mostra a revolta inicial dos atletas do Grêmio com a retirada da penalidade, em um momento que poderia alterar cedo o panorama da estreia fora de casa. O dinamarquês voltava a ganhar uma oportunidade como titular em um time que teve preservações importantes pensando na sequência da temporada.
Grêmio vê lance de Noriega mudar após nova ida ao monitor
A segunda decisão de impacto ocorreu já na reta final do primeiro tempo. Noriega recebeu cartão vermelho direto por uma entrada interpretada, num primeiro instante, como lance por cima na canela de um adversário do City Torque. A imagem revista pelo árbitro, porém, mudou totalmente o entendimento da jogada.
Na checagem do VAR, Aragón identificou que o jogador do Grêmio acertou primeiro a bola e que o contato posterior ocorreu no movimento da disputa, sem ação maldosa. Com isso, o árbitro anulou a expulsão e também retirou a falta assinalada anteriormente.
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As duas revisões explicam por que a arbitragem virou tema central da estreia gremista no Uruguai. No primeiro caso, o Tricolor lamentou a perda de uma chance clara de sair na frente. No segundo, evitou um prejuízo ainda maior ao não ficar com um jogador a menos. A sequência dos lances fez o banco, os atletas e a torcida reagirem fortemente ao trabalho da arbitragem equatoriana. O cenário ganhou ainda mais repercussão por acontecer justamente na abertura da caminhada do Grêmio em um grupo que também tem Deportivo Riestra e Palestino.
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