
A atuação do Inter na estreia da pré-Conmebol Libertadores de 2020 no empate em 0x0 com a Universidade de Chile, nesta terça-feira, fora de casa, tem dividido as opiniões da imprensa gaúcha. O jornalista colorado Juremir Machado da Silva, da Rádio Guaíba e do Correio do Povo, foi um dos que criticou.
Ele também entendeu que o colorado jogou com quatro volantes desde o início (Musto, Lindoso, Patrick e Edenilson) e ainda citou um apelido irônico envolvendo o técnico do time: “Retrancoudet”.
“Ontem, eu vi talvez a maior retranca da história do Inter: quatro volantes. Hiltor Mombach tem razão: retrancoudet. Nem Celso Roth fechou tanto. Até agora a revolução de Coudet foi botar mais um volante no time. Torço que dê certo. Afinal, torcedor quer ganhar”, comentou.
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Ontem, eu vi talvez a maior retranca da história do Inter: quatro volantes. Hiltor Mombach tem razão: retrancoudet. Nem Celso Roth fechou tanto. Até agora a revolução de Coudet foi botar mais um volante no time. Torço que dê certo. Afinal, torcedor quer ganhar.
— Juremir Machado (@juremirm) February 5, 2020
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Coudet explica
Em coletiva após a partida, o comandante explicou a opção de entrar com o quarteto Musto, Lindoso, Edenilson e Patrick no meio de campo, assim como havia feito na vitória de 4×3 sobre o São Luiz, também fora, pelo Gauchão.
“O Patrick tem vocação ofensiva, o Edenilson tem vocação ofensiva, e às vezes jogamos com dois volantes para poder lançar ao ataque os laterais. Muitas vezes os times se fecham e os lados são os caminhos do jogo”, destacou.
Antes do jogo decisivo diante dos chilenos, em Porto Alegre, na terça-feira que vem, o Inter recebe o Novo Hamburgo, no sábado, a partir das 17h, fechando a primeira fase do Gauchão.
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