Dirigente do Inter detona postura do Grêmio e compara atitudes: “Nunca falamos em assalto”

José Olavo Bisol, vice de futebol colorado, criticou o presidente rival Alberto Guerra

O vice-presidente de futebol do Inter, José Olavo Bisol, fez duríssimas críticas à postura de dirigentes do Grêmio neste momento decisivo do Gauchão. Em entrevista concedida ao Vozes do Gigante, com aspas compartilhadas no Twitter do canal, o dirigente colorado condenou as falas recentes do presidente rival Alberto Guerra e ainda indicou que o “condicionamento” de arbitragem tem partido do lado azul desde o começo do campeonato:

Jogo da volta contra o Caxias e possíveis reforços

“Nossos esforços todos estão concentrados para este outro jogo da semifinal, na nossa casa, mesmo com a repercussão importante da vitória fora de casa. Sabemos da necessidade de outra vitória em casa. Temos um planejamento de foco que a gente projeta desde o ano passado, fazendo com que a gente esteja no mercado em busca de posições que consideramos necessárias e essenciais para reforçar o nosso time. A gente entende que o time está muito forte. Um elenco que se formou lá no início de 2024, que teve a capacidade de resiliência de superar e, junto com a comissão técnica, potencializar e superar os desafios para chegar a este ano”

As polêmicas de arbitragem e ações do Grêmio

“O Internacional nunca atacou a honra de quem quer que seja e nunca colocou em dúvida o campeonato. Minha fala pós-Gre-Nal passa muito pelos equívocos da arbitragem. Depois disso, tratamos sempre em foro adequado em todas as nossas posições. Não praticamos atos de coação, nem atacamos a honra de nenhum dos envolvidos, muito menos falamos em ‘assalto’. Pessoas da federação, da família do árbitro, ligadas ao futebol, estão sendo ameaçadas por falas de dirigentes irresponsáveis, na minha avaliação. Falando em nome, CPF, em ameaça e até, na prática de crime contra a honra. O que a gente espera é que as instituições se manifestem”

Condicionamento de arbitragem

“Quando a gente vê o início do campeonato, dirigentes de outros clubes fazendo análise de outros jogos alheios e já condicionando de que o VAR estava atuando de forma equivocada e direcionada para alguém, só me remete a entender que foram atos concatenados até a gente chegar nesse nível de debate que está hoje”

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