
BASTIDORES
O vice-presidente de futebol Antônio Dutra Jr admitiu, em entrevista dada nesta semana ao jornalista Duda Garbi, que a direção eleita do Grêmio pensou na permanência de Mano Menezes como técnico da equipe para 2026. No final das contas, porém, pesou o desejo de uma mudança mais radical no estilo de trabalho, trazendo para o clube a cultura portuguesa com o trabalho de Luís Castro.
A possível permanência de Mano Menezes
“Durante o processo eleitoral, tivemos muito cuidado com a comissão que estava comandando o Grêmio. O Mano é um cara espetacular e fez um trabalho profissional até o último momento. E realmente, até os últimos dias, nós ponderávamos a permanência dele ou não. O Mano enfrentou muitas dificuldades e conseguiu, mesmo ninguém fazendo nada sozinho, mas ele foi importante neste momento que o Grêmio passou. Ele nunca escondeu que o projeto era permanecer na Série A”
Mudança radical e desvio de rota
“Mas, ao mesmo tempo, dentro do nosso projeto, nós vislumbrávamos algo diferente, uma mudança mais radical e desvio de rota mais forte. Com um treinador com uma visão de Europa e métodos diferentes do que a gente tem no Brasil. A escola portuguesa mostra isso por onde passa. Trabalho mais intenso e time com mais intensidade. Futebol moderno, onde todos atacam e todos defendem. E isso veio nas nossas análises. E o Luís Castro foi o único treinador que conversamos para treinar o Grêmio”
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Conversas com Mano Menezes
“Eu conversei com o Mano várias vezes ao longo dos últimos meses. Aquele jogo do Botafogo recaiu sobre o Mano, porque a gente sabe como funciona. Mas eu tenho o máximo respeito por ele. Foi importantíssimo para superarmos as dificuldades de 2025, mas o futebol é cíclico e o presidente também tomou essa decisão de fazer a mudança por um projeto com alcance maior. O desgaste do Mano em algum momento se tornaria uma pressão que teríamos que resolver de alguma forma”
Acerto rápido com Castro
“Conversamos bastante com o Luís Castro sobre futebol e conseguimos em quatro dias fechar com ele depois de confirmarmos a saída do Mano. Trabalhamos 18h por dia em fusos horários diferentes. Tivemos a ajuda do Baidek, que foi importante. Foi um trabalho conjunto e importante. Nos empenhamos para rapidamente conseguir acertar”
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