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Ex-jogadores de Inter e Grêmio se unem em apoio a Perdigão após caso de agressão

Ex-volante relatou em suas redes sociais ter sido agredido por um policial

NO PARANÁ

O caso vivido pelo ex-jogador Perdigão no último final de semana repercutiu e mobilizou vários ex-jogadores de Inter e Grêmio, que cobraram apuração dos fatos e punição para o policial que foi visto agredindo o antigo atleta. Tudo ocorreu na saída do jogo entre São Joseense x Operário na Vila Capanema e vídeos das agressões já viralizaram nas redes sociais.

Perdigão, que publicou imagens dos hematomas gerados no seu corpo, prometeu tomar as medidas cabíveis para buscar os seus direitos em cima do que aconteceu. Ele alega que “me aproximei de um policial apenas para cumprimentá-lo, parabenizar pelo serviço e desejar boa noiteantes de receber as agressões. Nomes como Iarley, Edilson, Tcheco e Tinga deram apoio:

Iarley, ex-Inter:Um ato covarde e inaceitável, que merece total repúdio. Violência não é justiça, abuso não é autoridade, e quem age assim mancha a própria instituição que deveria proteger o cidadão. Exigimos responsabilização, transparência e respeito absoluto à vida e aos direitos humanos

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Edilson, ex-Grêmio:Força aí, meu irmão! Todos nós que te conhecemos sofremos essa dor contigo, cena lamentável

Tcheco, ex-Grêmio:Não se trata de atacar uma corporação inteira, mas de responsabilizar a pessoa que tinha o dever de proteger e garantir a segurança da população. Quando alguém que deveria nos defender age com abuso, violência ou despreparo, sem qualquer reação ou ameaça por parte da vítima, isso não pode ser normalizado nem ignorado

Tinga, ex-Grêmio e Inter:Lamentável essa covardia. Esse cara nunca fez mal e em momento algum mostrou reação de agredir o policial. Perdigão, eu te amo, meu irmão. Chorei de raiva vendo isso

A nota oficial da Polícia Militar do Paraná sobre o caso de Perdigão:

A Corregedoria da PMPR adotou as providências iniciais, determinou o afastamento imediato do policial militar para funções administrativas e encaminhou o servidor para avaliação psicológica. A corporação ressalta que a conduta relatada não condiz com o preparo e com o trabalho das forças de segurança do Paraná“, diz a instituição.

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