
REPERCUSSÃO
Apontando a edição de 2026 como a mais “manchada” da história do Gauchão, o presidente Alessandro Barcellos concedeu uma forte coletiva de imprensa depois da perda do título estadual no domingo, dentro do Beira-Rio, com insuficiente empate em 1×1 diante do Grêmio. Irritado com a arbitragem, ele levantou temas sobre a postura dos clubes nos bastidores e os movimentos de “veto” de certos árbitros.
Perguntado sobre uma possível tentativa do Inter de vetar Daniel Bins do VAR no primeiro jogo, algo que não aconteceu, Barcellos indicou que o “bom senso” deveria prevalecer nas decisões da Federação Gaúcha de Futebol:
“Esse termo do ‘vetar’ não existe no formal do futebol. Eu não vi ainda ninguém admitir que exista veto. Mas a gente faz movimentos. Tem árbitros que não apitam no Beira-Rio há 5 anos. Isso é um bom senso que deve prevalecer. A gente espera que a FGF possa ter esse bom senso, que a CBF já tem. É inadmissível e às vezes parece até uma certa afronta. É uma necessidade de correr riscos que não precisam acontecer. Já fizemos pedidos em vários momentos da vida do clube e alguns foram recusados. Só que não existe instrumento nos clubes para veto. Embora alguns sejam atendidos. A gente sempre estará aberto para fazer o melhor para o Inter”, declarou.
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Inter deve seguir no Gauchão
Ciente do abaixo-assinado promovido pelo jornalista Fabiano Baldasso pedindo a saída do Inter do Gauchão, em documento assinado por mais de 40 mil colorados até o momento, Barcellos afirmou que “formalmente” não é possível o clube abandonar a competição:
“A gente colhe o que planta. Isso chega em um limite de se ter essa ideia porque deram motivos para isso. Formalmente, isso não é possível dentro das regras das filiações do clube. Mas isso diminui o produto e é ruim para todo mundo. Cria uma insatisfação e um esvaziamento. Sabemos as dificuldades dos clubes do interior para a montagem das equipes, para receber a dupla Gre-Nal, da festa que fazem quando nos recebem. Isso faz com que a gente veja a importância institucional para o clube. Só que, se o produto tem valor, chove gente querendo comprar. Se o produto é desvalorizado, perde o interesse do torcedor”.
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