
ENTREVISTA
Apesar de garantir estar feliz nos Estados Unidos, onde atualmente vem defendendo as cores do FC Dallas, o meio-campista Ramiro admite a frustração de nunca ter voltado ao Grêmio depois dos anos gloriosos de 2016 e 2017, onde fez parte de forma ativa dos títulos da Copa do Brasil e da Conmebol Libertadores. Ele deixou o clube em 2019 para se transferir ao Corinthians e no Brasil também defendeu o Cruzeiro.
Em recente entrevista concedida ao jornalista Duda Garbi, ele reconheceu que em momentos anteriores teve até “rancor” por não conseguir efetivar o retorno ao Grêmio, algo que ele assegura que esteve duas vezes perto de acontecer.
“Esse assunto já me machucou mais e me fez até ter um certo rancor, uma tristeza de não ter voltado quando a oportunidade surgiu. Nem sei se já falei, mas eu já tive conversas para voltar em duas ocasiões. Eu queria muito voltar, mas não concretizou. Então, não quero mais criar expectativa de voltar. Eu amo o Grêmio, tenho uma gratidão eterna e ficarei muito feliz se voltar”, iniciou Ramiro.
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“Atualmente, estou muito feliz de verdade. Não sei se nesse momento eu voltaria para cá. Minha família está feliz também e estou realizado profissionalmente. Eu tirei essa vontade louca de voltar para o Grêmio, porque me frustrei duas vezes. Ainda não sei se jogarei por bom tempo, vou vivendo temporada a temporada, hoje tenho 32 anos, de repente mais cinco anos, mas vou dar tempo ao tempo. Se voltar um dia, ficarei felizaço. Mas já sou grato e não tenho palavras para agradecer ao Grêmio por tudo”, acrescentou.

Renato e Roger Machado no Grêmio
Na mesma entrevista, Ramiro ainda deu o seu ponto de vista sobre os trabalhos de Roger Machado e Renato naquela sua época no Grêmio:
“O Renato teve a humildade de chegar e dizer que o que estava bom com o Roger ele iria manter. O Renato tinha uma gestão de pessoas que era diferente. Foi um paizão de todo mundo. O Roger ainda estava no início de trabalho na carreira dele. Na gestão, tu vai aprendendo com o passar do tempo. Não é fácil. Tem muita vaidade. Acho que a maior dificuldade do treinador no Brasil é gerir pessoas”.
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