
RECLAMAÇÃO
O presidente Alessandro Barcellos considera que o Grêmio foi campeão do Gauchão “mais manchado da história” do futebol do Rio Grande do Sul. Foi desta forma que ele abriu a sua coletiva de imprensa neste domingo, no Beira-Rio, logo depois do empate em 1×1 no jogo da volta da decisão – o resultado beneficiou o Tricolor, que tinha ganho em casa por 3×0 na semana passada.
“Foi o Gauchão mais manchado da história do futebol do Rio Grande do Sul. O que aconteceu no primeiro jogo e no segundo jogo nunca mais vai ser esquecido. Todos vocês acompanharam e muitos comentaristas de arbitragem corroboraram. E a cereja do bolo foi na divulgação do áudio do VAR da primeira partida, com uma claríssima informação que um jogador do Inter foi com o rosto no cotovelo do rival. Além disso, um cartão amarelo retirado pelo VAR. É ruim falar de arbitragem em um momento desses, mas é impossível não falar disso”, disparou Barcellos.
O presidente colorado ainda reclamou da postura da direção do Grêmio nos dias anteriores ao jogo e prestou solidariedade ao escritor Fabrício Carpinejar, que relatou ter recebido ameaça de morte de torcedores gremistas após escrever uma coluna sugerindo erros de arbitragem contra o Inter.
“Posteriormente, tivemos movimentações buscando condicionamento de arbitragem a ponto, de um dia antes do jogo, termos dirigentes colocando a responsabilidade no Inter e no jornalismo. E não vi ninguém de vocês questionando isso. Presto minha solidariedade ao Carpinejar, que expressou sua opinião e foi ameaçado de morte. Isso é inadmissível. Esse foi o clima bélico criado, que está dentro de um contexto que torna esse Gauchão como o mais manchado da história”, ampliou Barcellos, antes de detonar a decisão do árbitro Rafael Klein de desistir de marcar pênalti em Alan Patrick após revisar o VAR:
“A orientação do VAR é priorizar a decisão de campo. O que fizeram hoje? Não priorizaram. O árbitro estava em cima do lance e teve que cancelar o pênalti. Com requintes de crueldade, marca um pênalti no segundo tempo e vamos falar a verdade, ele erra, era para amarelo, mas para não ficar muito feio ele deu vermelho para o zagueiro do Grêmio. Para limpar um pouco a barra. Esse é o sentimento de quem esteve aqui hoje”.
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