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Além dos rasgados elogios que fez para o zagueiro argentino Walter Kannemann, o volante do Grêmio, Arthur, também aproveitou a entrevista dada para o jornalista Duda Garbi nos últimos dias para mostrar imensa gratidão a Maicon, que se tornou ídolo do clube especialmente pelos títulos da Copa do Brasil de 2016 e da Conmebol Libertadores de 2017.
Arthur relevou conselhos dados pelo antigo “Capita” quando ainda estava apenas subindo para o profissional, além de ensinamentos de questões de jogo, já que ambos atuavam em posição parecida em campo:
“Eu chamo o Maicon de ídolo até hoje, porque ele realmente é. Eu tive muita sorte de ter muitas pessoas para me ajudar. Geromel, Ramiro, Marcelo Oliveira e por aí vai. Só que o Maicon se identificou comigo pois tínhamos características parecidas. Ele ajudou muito, porque o timing do profissional para a base é diferente. Eu tive dificuldades quando eu subi. Eu dominava, dava um toque a mais e me atropelavam. E o Maicon todo dia me ajudava e aconselhava. Ele fazia isso porque queria. E eu aprendi muito com ele”, contou Arthur.
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“Algumas vezes eu não treinava tão bem e ficava abalado, pois se eu já não estava jogando aí é que eu não jogaria mesmo. E ele falava: ‘Arthur, calma, treina, é assim’. E como pessoa também. Ele era capitão e ídolo. E teve a humildade de dizer que eu, que era um garoto, estava jogando bem e que deveria seguir como titular. Isso fala muito sobre a pessoa dele”, ampliou.
Maicon esteve cotado para voltar recentemente ao Grêmio, já que seria o coordenador de futebol na gestão de Paulo Caleffi. Porém, Caleffi acabou perdendo as eleições do segundo semestre do ano passado para o novo presidente Odorico Roman.
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