
O Grêmio está convencido de que o recente transfer ban imposto pela FIFA e divulgado nesta terça-feira não terá “efeito prático”. O clube, momentaneamente impedido de inscrever novo jogadores, espera regularizar a situação o quanto antes até para poder planejar a montagem do elenco do ano que vem. Neste sentido, elabora estratégias para reverter o quadro financeiro complicado.
Uma alternativa planejada pelo Grêmio é tentar antecipar a venda em definitivo de Arezo ao Peñarol, que tem em dezembro a opção de compra fixada em cerca de 4,5 milhões de euros. Mas, nos bastidores, o clube uruguaio já cogita tentar negociar a permanência do jogador por um valor menor do que esse.
“O Grêmio Foot-Ball Porto Alegrense informa que atua para regularizar nos próximos dias o valor devido e que, portanto, a medida informada pela FIFA não deverá ter efeito prático. O clube esclarece que a pendência relacionada a parte do pagamento por um dos seus atletas decorre da inesperada perda de receitas recente e se trata de uma situação pontual”, diz nota do clube.
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A causa do transfer ban ao Grêmio
Esta situação só chegou neste ponto pois o Grêmio não pagou o River Plate, do Uruguai, após ceder Arezo por empréstimo ao Peñarol no meio do ano. O clube uruguaio cobra 150 mil euros, cerca de R$ 920 mil, valor que a diretoria gaúcha alega não ter condições de pagar neste momento.
Já há algum tempo, o Grêmio passa por problemas de caixa e atrasos de pagamento de patrocinadores, especialmente da principal parceira, a Alfa, que pode ter o contrato rescindido. A tendência é de mudança do principal parceiro para 2026.
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