
De 2006 a 2010, o Inter acostumou o seu torcedor a comemorar títulos temporada após temporada. Com um time melhor que o outro, o clube venceu torneios do porte da Conmebol Libertadores, Mundial, Recopa e Sul-Americana, cravando ainda mais a bandeira vermelha no rol dos grandes.
Mas qual desses times foi o melhor? O que bateu o São Paulo e depois superou o poderoso Barcelona em 2006? O que se moldou durante a competição e atropelou o continente em 2008? Ou o que voltou a vencer a América sobre o Chivas em 2010?
O time-base das equipes:
+ Por que Vaguinha mandou “um abraço” ao presidente do Inter nesta quinta-feira
2006 (Conmebol Libertadores): Clemer; Ceará, Bolívar, Fabiano Eller, Jorge Wagner; Fabinho, Edinho, Tinga, Alex; Sobis e Fernandão.
2006 (Mundial): Clemer; Ceará, Índio, Fabiano Eller, Rubens Cardoso; Edinho, Wellington Monteiro, Alex, Fernandão; Pato e Iarley.
2008 (Sul-Americana): Lauro; Bolívar, Índio, Álvaro, Marcão; Edinho, Guiñazu, Magrão, D’Alessandro; Alex e Nilmar.
+ Bagé sobe o tom e critica centroavante do Grêmio: “Não entende o que é hierarquia?”
2010 (Conmebol Libertadores): Renan; Nei, Índio, Bolívar, Kleber; Sandro, Guiñazu, Tinga, D’Alessandro; Taison e Alecsandro.
Para ajudar no debate de qual foi o melhor, o Globoesporte.com publicou uma matéria colhendo a opinião de alguns cronistas gaúchos do Grupo RBS. Selecionamos abaixo o trecho das opiniões de cada um deles:
“(O time de 2006) Era um time maduro, que resolvia rapidamente situações do jogo, com as lideranças do Fernandão, Alex, Tinga. Você vê a bola no chão, dificilmente era controlado nas partidas. Não tem comparação” – Diogo Olivier
+ Narrador inova em transmissão e pede música após narrar três gols anulados do Grêmio
“O time de 2006 conseguiu reunir jogadores de compreensão tática acima do normal com alguns dotados de recursos técnicos superiores, como (Rafael) Sobis no primeiro semestre e (Alexandre) Pato, um fenômeno que acabou se perdendo nas luzes do futebol, no segundo. Havia ainda Iarley, que era um craque, que tinha o lance individual e o conceito coletivo. E Fernandão, que dispensa comentários. O time de 2008 reuniu esse mesmo potencial de discernimento tático com uma linha ofensiva de alto nível. Alex, em grande fase e jogando livre, explorando suas virtudes de arremate, Nilmar, D’Alessandro. Sem contar que Tite conseguiu moldar um time em um 4-3-3 que tinha tripé de volantes e tripé de atacantes. A linha defensiva contava com quatro. São times que quase se equivalem, mas coloco uma sutil vantagem para o time de 2006” – Leonardo Oliveira
“O de 2006 era melhor, mas o time da Sul-Americana de 2008 era equivalente ao de 2010. O Alex e Nilmar estavam em fases espetaculares, decidiam tudo. Ainda tinha o D’Alessandro que ajudava na criação e formava um trio ofensivo muito forte. Aqueles quatro zagueiros (Bolívar, Álvaro, Índio e Marcão) deram muita força defensiva ao time do Tite. Era muito difícil fazer gol no Inter. Mas o de 2006 era melhor, principalmente o da Conmebol Libertadores. Aquele time era muito forte, ganha do São Paulo tricampeão do mundo” – Pedro Ernesto
+ Guerrinha ativa o modo sincerão ao falar de Alan Patrick no Inter: “Jogando bulhufas”









